
O sector bancário foi o que mais impediu uma maior valorização da bolsa portuguesa, tal como a petrolÃfera Galp e a concessionária de auto-estradas Brisa.
O PSI-20 subiu 0,01% para 7.300,08 pontos, conseguindo deixar o terreno negativo em que esteve grande parte do dia de hoje e terminando a última sessão da semana a valorizar ligeiramente, principalmente com a ajuda dos ganhos da PT.
Nove das cotadas fecharam a subir e outras nove a descer, com duas empresas a manterem-se inalteradas.
Tal como no dia de ontem, a Portugal Telecom foi a cotada que mais impulsionou o PSI-20 e acabou a semana com uma subida de 1,15% para os 8,85 euros. A subida deveu-se, principalmente, ao facto de a S&P ter retirado a empresa da lista de possÃveis cortes na notação de dÃvida da operadora.
A contribuir para o desempenho português estiveram também as acções da EDP, que apreciaram 0,33% para os 2,463 euros, tal com a Sonae, que sentiu um crescimento de 0,50% e chegou aos 0,811 euros.
A banca, a Galp e a Brisa foram as maiores penalizadoras do PSI-20, continuando a tendência do resto da sessão.
O Banco Comercial Português foi a cotada que mais contribuiu para a desvalorização, descendo 0,79% para os 0,63 euros. Já o Banco EspÃrito Santo intensificou as perdas, descendo 1,51% para os 1,626 euros. A petrolÃfera caiu 0,58% para os 12,08 euros enquanto a concessionária de auto-estradas depreciou 0,73% para os 4,91 euros.
A bolsa manteve-se no verde com uma subida extremamente ligeira, como já tinha acontecido no dia de ontem. Hoje foram divulgados os dados do crescimento económico português que registou um abrandamento, num dia em que a maior parte das bolsas desvalorizaram, apenas com o Reino Unido e Portugal a serem as únicas das principais praças a fecharem no positivo.





